segunda-feira, 2 de setembro de 2013
quinta-feira, 15 de agosto de 2013
VI CONFERÊNCIA INTERNACIONAL DA VIA CAMPESINA
A VI Conferencia Internacional da Via
Campesina realizada na Indonésia nos dias 6 a 13 de junho de 2013 reúne 164
organizações de 79 países, celebrou os 20 anos da Via Campesina homenageando
Egídio Bruneto pela sua luta em favor dos excluídos e excluídas pela sociedade
capitalista dominante na América do Sul. Foi um espaço de grande importância
para várias organizações camponesas de todos os continentes onde debaterem
sobre a realidade do campo no mundo contemporâneo e apontamos rumos para uma
nova sociedade rompendo todo tipo de imperialismo que atrofia a soberania dos
povos. A Conferência foi marcada por três grandes momentos, pela assembleia de
mulheres, assembleia de jovens e assembleia geral com todas as experiências de
luta da via campesina.
As mulheres camponesas da Via
Campesina realizaram a sua 4ª Assembleia com o objetivo de construí um
movimento comprometido com a defesa da agricultura camponesa, soberania
alimentar e luta por terra e territórios. Durante a assembleia, foi possível
dialogar com as diversas experiências de organização com culturas diferentes
mais iguais na luta por um mundo melhor. Neste espaço, as mulheres declaram um
basta contra a violência de mulheres do mundo inteiro, compromisso assumido não
só pelas mulheres mais por todos e todas da via campesina.
A 3ª Assembleia de jovens foi um
momento importante para avaliação das ações desde a 2ª assembleia e discutir
sobre a realidade da juventude no campo dentro de um contexto amplo a toda
sociedade, mas especificamente a soberania alimentar, combater a fome na
perspectiva de um novo modelo de produção e renda justo para todos e todas é
bandeira de luta da juventude da via campesina. Inspirados pelo tema “Por
soberania alimentar! A juventude da via campesina luta” os jovens tiveram em
pauta 5 temas necessário para a atualidade camponesa. O primeiro foi à migração
da juventude rural em todas as regiões; o segundo tema a questão do acesso a
Terra cada vez mais difícil para o jovem em todas as regiões; o terceiro tema a
agroecologia como modelo da agricultura camponesa; o quarto tema muito bem
debatida entre os jovens foi a soberania alimentar e último tema destaque nessa
assembleia problema a nível mundial foi sobre a saúde, onde milhões de jovens
estão doentes e o sistema de saúde preventiva ainda é precário no mundo
inteiro. Os jovens terminam a assembleia com o compromisso de priorizar a
formação política para avançar na luta contra o neoliberalismo, capitalismo e
do imperialismo exigindo dos governos reforma agrária integral garantindo
soberania alimentar e a permanecia do jovem no campo.
A conferencia trás como marco a luta
camponesa por soberania alimentar, apropriação da terra, água, sementes,
biodiversidade com proposito de uma agricultura agroecológica. A analise de
conjuntura focou no debate sobre o agronegócio, as multinacionais e as
políticas neoliberais. Romper essas estruturas fica como bandeira de luta comum
entre todas as organizações presentes.
Portanto, para a Pastoral da Juventude
Rural Brasil essa VI Conferência contribuiu no fortalecimento dos nossos ideais
e das nossas ações junto principalmente da juventude camponesa. Desafia-nos a
unir com as diversas lutas populares em defesa da vida e pela vida, sabemos sim
que esses espaços de debates e deliberações contribuem na construção do projeto
popular para todas as sociedades.
Josivaldo Moreira de Carvalho
Pastoral da Juventude Rural
Manifiesto Internacional de las Mujeres de la Vía Campesina
Declaración de la 3ª Asamblea Internacional de Jóvenes de La Vía Campesina
Fótos, sonidos y videos
quinta-feira, 8 de agosto de 2013
DIA DO ESTUDANTE
O Brasil ocupa o 53º lugar em
educação entre os países avaliados. Segundo o IBGE, temos ainda 731 mil
crianças fora da escola, uma realidade vergonhosa para um país com um
desenvolvimento sócio econômico visto como positivo. A educação no Brasil está
a 100 anos de atraso em relação ao Uruguai onde as políticas educacionais são
prioritárias na perspectiva que as demais políticas de desenvolvimento do país
dependem primeiramente da educação.
Após 400 anos de Brasil surge a
educação rural movido pela migração campo cidade, onde apontaram como um
problema no cenário da época. Bem, conter essa migração era prioridade durante
o Estado Novo, porém, a educação rural que nunca foi oferecida com qualidade.
Hoje, essa educação que não era a esperada, se encontra em situação precário mais
ainda, levando a juventude a abandonarem o campo gerando grandes problemas como,
por exemplo, a sucessão na unidade produtiva da agricultura familiar, 40% das
pequenas propriedades camponesas no Sul do Brasil não terá sucessor nos
próximos anos. No último censo, mostra que apenas 8 milhões de jovens estão no
campo, sendo 50% estão no nordeste, consequência da falta de política definida
e especifica ao campo. “Não podemos calar por que as pedras gritarão”, o estado
não vai sensibilizar por si só, temos que provocar todas as esferas políticas
responsáveis em garantir a vida com dignidade para todos.
A educação é um direito do povo e
dever do estado, fundamental para a formação social, profissional e cultural.
Portanto, tanto o campo como a cidade precisa de políticas públicas que
considere um projeto de desenvolvimento sustentável que seja antagônico ao
modelo do desenvolvimento do latifúndio e do agronegócio. Aos estudantes e
sociedade organizada, são vários os desafios na construção de uma educação
necessária para o Brasil. Mobilizar, organizar e lutar para romper esse sistema
educacional neoliberalista e imperialista que atrofia os processos de
transformação social dos aspectos sociopolítico, cultural e econômico no
Brasil.
Educador Popular: Josivaldo Moreira de Carvalho.
Referência Bibliográfica: SDE2013
sábado, 3 de agosto de 2013
DECLARAÇÃO DA III ASSEMBLÉIA INTERNACIONAL DE JOVENS DA VIA CAMPESINA
Nosotras
las y los jóvenes campesinos, que somos el presente y el futuro de la
agricultura sustentable que puede sustentar al mundo y enfriar la Madre Tierra,
hemos analizado y reflexionado en general sobre la dimensión político-económica
a nivel mundial, expresamos una profunda preocupación sobre la actual crisis de
desarrollo que está provocando la expropiación de las comunidades empobrecidas
y marginalizadas, de la tierra, territorio el agua y los bienes forestales de
los que dependen su sustento y su vivienda. Esto se traduce en un aumento de
las expulsiones y los desplazamientos forzados de la juventud campesina, en un
aumento del hambre y la pobreza.
Por
lo tanto, con el fin de recuperar la dignidad de los campesinos y de la propia
agricultura y de fomentar un concepto completo de soberanía alimentaria a
través de la agroecología, nosotras y nosotros, jóvenes campesinos, seguiremos
luchando contra:
- El neoliberalismo, el
capitalismo, y el imperialismo que dividen los pueblos y les impiden
unirse y rebelarse al mismo tiempo que destruyen su soberanía como pueblos
y naciones. Un patriarcado que oprime a las mujeres y autonomía de la
juventud.
- La agricultura industrial
y el acaparamiento de tierras dirigido por las corporaciones
transnacionales y los gobiernos nacionales y locales que destruyen los
medios de vida y la herencia cultural campesina, y provocan el
desplazamiento forzoso de la juventud campesina de las áreas rurales.
- Todo tipo de tratados de
libre Comercio (TLC's) incluyendo los Acuerdos de Partenariado
Transnacional (APT), los Acuerdos de Asociación Económica así como las
políticas agrícolas impuestas por la Organización Mundial del Comercio (OMC),
el Fondo Monetario Internacional (FMI), y el Banco Mundial (BM), que
destruyen la base de la agricultura que provee a las comunidades locales
de alimentos seguros, sanos y apropiados culturalmente y viola el derecho
de los pueblos a planificar y controlar su sistema alimentario.
- Los Organismos
Genéticamente Modificados (OGM's) y las patentes sobre las semillas,
especies y la diversidad biológica.
- La privatización de los
bienes naturales como el territorio, la tierra, los bosques, y el agua que
fuerza el desplazamiento de los campesinos y pueblo originarios poniendo
en riesgo su sustento.
Exigimos
a los estados y a los gobiernos el reconocimiento, el cumplimiento y la
regulación de la Soberanía Alimentaria en las constituciones de todos los
países como un derecho fundamental de las personas. También reclamamos a las
organizaciones y autoridades implicadas y responsables que:
- Pongan en funcionamiento
la Soberanía Alimentaria a través de la implementación de una reforma
agraria integral, agroecológica y popular sobre la pesca, el pastoreo y la
silvicultura, para asegurar un acceso igualitario a los bienes naturales
para los jóvenes, especialmente para las mujeres jóvenes.
- Pongan fin al
acaparamiento y reconversión de tierras en nombre del desarrollo del
modelo de la “Economía Verde” de la producción agro-alimentaria, de los
agro-combustibles y del monocultivo, que son las causas estructurales del
cambio climático y de la crisis energetica.
- Protejan y promuevan las
semillas tradicionales, y los conocimientos y la sabiduría de nuestras
comunidades campesinas.
- Promuevan un modelo en
favor de las personas, dirigido por los campesinos y acorde con el modelo
agroecológico e indígena.
- Aseguren el acceso de los
pobres y de los marginados al mercado y un precio justo para sus productos
manteniendo a la OMC alejada de la agricultura.
- Aseguren un acceso de los
jóvenes a un futuro seguro, tanto en las áreas rurales como en las urbanas
y promuevan oportunidades de empleo sostenibles para los jóvenes para reducir
la migración hacia las ciudades.
- Cesen la criminalización
de la protesta, la represión de los movimientos sociales, los asesinatos,
exterminios de jóvenes campesinos y que respeten los derechos humanos y a
sus defensores, condenen la militarización que está empeorando las
condiciones de vida de los pobres en nuestras regiones. Establezcan un
sistema educativo que apoye a la juventud que quieran ser campesinos.
- Dediquen más presupuesto
a los sectores agrícolas para apoyar a la juventud en la producción,
educación en el campo, acceso a la tecnología en la zona rural.
- Den espacio para que haya
representación de los jóvenes en el liderazgo y crear un entorno propicio
para empoderarlos y apoyarlos de modo que puedan probar que la juventud
pueden traer el cambio a la agricultura.
Ante
este nos comprometemos:
- Crearemos solidaridad
entre las regiones que están poniendo en práctica modelos alternativos
frente al neoliberal, de acuerdo con los principios de complementariedad y
cooperación para superar la desigualdad social.
- Haremos una formación
política accesible para jóvenes, educación popular y práctica sobre
agricultura campesina y agroecológica.
- Promoveremos la
comunicación entre jóvenes de diferentes organizaciones y el
fortalecimiento y la creación de redes de comunicación alternativas,
políticas, popular, creativa y transformadoras.
- Fortalecer la
coordinación de las actividades de los jóvenes a nivel regional y a nivel
global.
- Formación y participación
política de la juventud en las organizaciones y protagonismo real.
- Articularemos las
relaciones y las alianzas políticas, sociales y culturales entre la
juventud del campo y de la ciudad, por la vuelta a la tierra, por una
transformación y un cambio social
- Fortaleceremos y
crearemos los espacios de formación política y técnica, de producción
agroecológica, mercados locales con justicia social.
- Nos solidarizamos con
todos los pueblos en resistencia y lucha por sus derechos a la vida y a su
libertad, en cualquier parte del mundo.
¡Por
la Soberanía Alimentaria, la juventud de La Vía Campesina en lucha!
sábado, 27 de julho de 2013
PAPA FRANCISCO RECEBE CARTA DAS PASTORAIS DO CAMPO
A Comissão Pastoral da Terra (CPT), junto
com as Pastorais do Campo, como Conselho Indigenista Missionário (CIMI),
Conselho Pastoral dos Pescadores (CPP), Serviço Pastoral do Migrante (SPM) e
Pastoral da Juventude Rural (PJR), enviaram, através de Dom Enemésio Lazzaris,
presidente da CPT, Carta ao Papa Francisco chamando-o para conhecer a realidade
das comunidades rurais no Brasil. O documento, assinado por Dom Enemésio,
salienta a postura simples do novo Papa, e as recorrentes falas de aproximação
da Igreja aos pobres. Da mesma forma, apresenta o trabalho das Pastorais do
Campo, que ouvem os clamores desses povos e suas lutas cotidianas pela garantia
de seus direitos e pela permanência na terra.
A Carta destaca que a regularização dos
territórios tradicionalmente ocupados e da tão sonhada reforma agrária, ainda
são assuntos intermitentes na pauta governamental. Ao mesmo tempo, as Pastorais
demonstram esperança de que um dia o Papa possa visitar essas comunidades, dando
uma demonstração concreta do compromisso da Igreja, conforme Jesus, com os
pobres na terra.
Confira o documento:
Caríssimo Irmão Francisco,
Como é bom nos dirigir ao senhor
chamando-o simplesmente de irmão, sem qualquer outro título que o distancie do
projeto de Jesus. Sentimo-nos muito próximos do senhor por esta sua postura
simples e sonhamos com um dia a Igreja se ver totalmente livre, simples e pobre
como Jesus de Nazaré, ao lado dos pobres com tantos rostos e nomes. Queremos
saudar sua presença no Brasil na Jornada Mundial da Juventude.
Quem somos nós? Somos um conjunto de
pastorais da igreja que atuam junto aos homens e mulheres do campo e das águas:
o Conselho Indigenista Missionário (CIMI), que atua junto aos povos
indígenas de todo o Brasil; a Comissão Pastoral da Terra, CPT, que tem
sua atuação junto às diversas categorias de camponeses e camponesas, junto aos
trabalhadores e trabalhadoras sem-terra, aos pequenos agricultores familiares,
às comunidades quilombolas (comunidades remanescentes formadas por
afrodescendentes fugidos da escravidão) e junto aos trabalhadores que acabam
submetidos a condições análogas ao trabalho escravo; o Conselho Pastoral dos
Pescadores, CPP, que tem como objetivo ser presença de gratuidade evangélica
no meio dos pescadores e pescadoras artesanais, estimulando suas organizações
para a preservação do meio ambiente e a permanência em seus territórios
tradicionais; o Serviço Pastoral dos Migrantes, SPM, que desenvolve
sua ação junto às famílias que constantemente migram em busca de melhores
condições de vida, ou de pessoas que todos os anos procuram em outras regiões,
longe de suas casas, trabalhos temporários; a Pastoral da
Juventude Rural, PJR, que atua com os jovens camponeses.
Neste serviço solidário ouvimos todos os
dias os gemidos de dor e angústia de milhares de famílias que foram ou ainda são
espoliadas de suas terras, de seus meios de subsistência e de sua cultura, que
são discriminadas e invisibilizadas Os direitos destes povos, comunidades e
famílias são constantemente negados para abrir espaço ao avanço de empresas e
empreendimentos capitalistas com seus grandes projetos de “desenvolvimento” com
construção de hidrelétricas, exploração de minérios, monocultivos do agronegócio
e outros que tudo querem transformar em mercadoria.
Quando alguns direitos são reconhecidos,
acabam não sendo respeitados. Para serem reconhecidos é preciso percorrer um
penoso e desgastante processo que se prolonga por décadas. Isto acontece,
sobretudo quando se trata do direito aos territórios dos povos indígenas, das
comunidades quilombolas, dos pescadores e ribeirinhos e de outras comunidades
tradicionais. Porém o reconhecimento e regularização destes territórios e a
sonhada Reforma Agrária continuam presentes na sua pauta.
Este trabalho evangélico desenvolvido por
bispos, padres, religiosos e religiosas e, sobretudo, por leigos e leigas sofre
o ataque de diversos setores da sociedade, em especial daqueles que se colocam
como os únicos portadores de direitos, em particular do direito de propriedade e
dos que os apoiam. O mais angustiante, porém, é que esta incompreensão a
encontramos também em setores da própria igreja e da parte de muitos bispos e
padres que estão mais ao lado dos que têm bens e poder, do que ao lado dos
pobres.
Irmão Francisco, cada vez que o ouvimos
falar que a igreja deve sair de dentro de suas estruturas e estar ao lado dos
pobres para ouvir seus clamores e sentir de perto seus sofrimentos, nos sentimos
apoiados e fortalecidos em nosso trabalho e em nossa Missão que é a missão
samaritana de ajudar a que os caídos se levantem e caminhem por si, a que os
oprimidos ergam a cabeça reconhecendo sua dignidade de filhos e filhas de
Deus.
Gostaríamos imensamente que um dia o
senhor pudesse pessoalmente conhecer de perto a realidade do povo das
comunidades com as quais trabalhamos para dar-lhes uma palavra de incentivo e
afeto. Mas como no momento não é possível, gostaríamos que mesmo de longe envie
sua palavra de conforto para eles que sofrem a cada dia as violências e as
ameaças à vida e à dignidade humana.
Que o Senhor que é pai e mãe de todos
abençoe seu ministério à frente da Igreja e abençoe a todos e todas
nós.
Dom Enemésio
Lazzaris
Bispo de Balsas -
MA
Presidente da Comissão
Pastoral da Terra (CPT)
sexta-feira, 26 de julho de 2013
MOBILIZAÇÃO PARA O GRITO DOS EXCLUÍDOS E EXCLUÍDAS DE GOIAS 2013
“Juventude que Ousa Lutar, Constrói o
Projeto Popular”
CONVIDAMOS TODAS ORGANIZAÇOES E MOVIMENTOS POPULARES, PASTORAIS
SOCIAIS E GRUPOS AFINS PARA COLOCAR SEU BLOCO NA RUA NO DIA 7 DE SETEMBRO!
Convidar, todas as Pastorais
Sociais, Movimentos populares, Organizações Populares, Grupos Organizados e
Mandatos Populares que tem como
finalidade: apoiar, ser solidário na
promoção da vida, na defesa dos direitos humanos e no resgate da cidadania,
dando visibilidade a luta da classe
trabalhadora .
Nesse processo de 19 anos de
existência, muitos movimentos e organizações já passaram por este espaço dando
contribuições significativas. Este ano de 2013 o cenário, infelizmente não está
muito diferente no ano anterior - 2012, diante da conjuntura atual, precisamos
dar continuidade com a articulação junto aos Movimentos Populares de Goiás, queremos
construído um processo de mobilização com o objetivo de explicitar as Lutas de
Classe trabalhadora, por políticas
estruturantes em nosso pais, dentre elas, a luta por uma Educação de qualidade, pela não privatização dos bens públicos, pela
reforma agrária, por uma política de segurança pública, pela não criminalização da juventude empobrecida e dos Movimentos
Populares e tantos outras questões da conjuntura que sempre pautaram os
movimento Populares.
Por isso, CONVIDAMOS todos os Movimentos
Populares, Organizações Populares,
Pastorais Sociais, Mandatos Populares e Sindicatos para que no dia 1º de Agosto as 17h, a participarem de
uma reunião em preparação ao GRITO DOS EXCLUÍDOS 2013, que tem como tema Nacional –“ Juventude que
Ousa Lutar, Constrói o Projeto Popular
Para mais informações: ligue
3203-5322 ou 92076852
Atenciosamente,
______________________________
Articulação do Grito dos Excluídos 2013
quinta-feira, 11 de julho de 2013
CULTIVO DE ARROZ NA INDONÉSIA
O Arroz alimenta mais da metade da população humana do mundo. É a terceira maior cultura
cerealífera do mundo, apenas ultrapassada pelas de milho e trigo.
É rico em hidratos de carbono. O arroz é um carboidrato carbono onde os hidratos de carbono
fornecem energia ao corpo e os "complexos" mantêm o nível de energia
por períodos maiores. Na alimentação com arroz, há uma economia de proteínas,
pois o corpo não usa a proteína da dieta ou das reservas pra abastecer as
necessidades de energia. A proteína do arroz é a mais nobre entre os cereais. Para poder ser cultivado com sucesso, o
arroz necessita de água em abundância, para manter a temperatura ambiente dentro de intervalos
adequados, e, nos sistemas tradicionais, de mão-de-obra intensiva.
Desenvolve-se bem mesmo em terrenos muito inclinados e é costume, nos países do
sudeste asiático, encontrarem-se socalcos onde é cultivado. Em qualquer dos
casos, a água mantém-se em constante movimento, embora circule a velocidade
muito reduzida.
A
Indonésia é o terceiro pais no mundo no cultivo de Arroz perdendo pra China em
Primeiro e pra Índia em Segundo lugar e o Brasil segue em Nono lugar. Pelas
pesquisas realizadas o arroz foi cultivado primeiramente na região do vale do
Rio Yangtzé na China. Estudos
morfológicos de fitólitos de arroz no sítio arqueológico Diaotonghuan mostram
claramente a transição da coleta de arroz selvagem para o cultivo de arroz
plantado.
A população da Indonésia está aumentando à taxa de 2% ao ano e seu governo vem tentanda desesperadamente alcançar auto-suficiência em arroz para alimentar sua população. Eles esperam consegui-lo agregando as terras atualmente improdutivas, como áreas de inundação de maré em Kalimantan, ás atividade de cultivo e aumentando o número de safras de arroz cultivadas por ano com o chamado arroz de maré.
A agricultura continua sendo o setor
econômico dominante na Indonésia, e a segurança alimentar é uma grande
prioridade. Ainda há um potencial considerável para aumento da produção de
arroz e esse é um objetivo estratégico do governo para a próxima década.
Em uma visita que fizemos na
comunidade na Provinsi Jawa Barat na Indonésia vimos que as áreas irrigadas é
comum o cultivo de pelo menos duas safras de arroz transplantado todo ano,
utilizando métodos tradicionais de cultivo. Em algumas áreas, onde a irrigação
é adequada o ano todo, é possível cultivar uma terceira safra; mas, na maioria
das áreas, devido à falta de água, só se consegue cultivar uma fraca safra de
milho ou de soja. Entretanto, acredita-se agora que é possível plantar três
safras de arroz em todas as áreas, se a terceira for estabelecida por semeadura
direta em vez de transplante. Utilizando esta técnica, a lavoura pode ser
plantada mais cedo e, portanto, terá mais tempo para crescer para proporcionar
uma boa colheita. A comunidade festeja a safra do arroz e também de todos os
alimentos colhido na terra com muita dança e belas musicas, todos e todas se
alimentando das mais diversos alimentos da região.
Josivaldo Moreira de Carvalho
(0rg.)
Assinar:
Postagens (Atom)

